Artigo Escrito pelo Eng. Túlio Mendes

Introdução    

Com a evolução de novos equipamentos nas áreas de topografia e geodesia é interessante o estudo e analise dos resultados obtidos por diferentes metodologias. Os equipamentos de determinação das coordenadas geográficas mais atuais proporcionam uma maior exatidão nas mensurações, facilitam a manipulação e diminui o tempo em campo, este último é um dos fatores mais interessantes para os usuários, devido a redução do custo da mão de obra in loco.

A obtenção de coordenadas geográficas tem por finalidade a determinação do perímetro da área, a dimensão, a posição da área no globo terrestre e outros produtos indispensáveis no dia a dia do profissional. Para realizar a determinação das dimensões e contornos de uma determinada área existem vários aparelhos dos quais dois serão citados: a Estação Total e o receptor GNSS, os quais tem uma considerável, diferença nos princípios de funcionamento. Sendo que o primeiro equipamento necessita que os pontos de interesse sejam intervisiteis entre si, já o segundo equipamento não necessita de visualização entre os pontos, pois se orientam por sinais de satélites e ondas de rádio.

Para qualquer tipo de levantamento seja ele com a Estação Total ou receptores GNSS são passiveis de erros em suas medidas. Abaixo serão detalhados os principais tipos de erros intrínsecos aos equipamentos.

Características e erros da Estação Total

         Neste item serão apresentados os erros inerentes à Estação Total. Em um levantamento topográfico podem haver três erros básicos relacionados às condições climáticas, equipamentos e do operador. Por mais confiantes que sejam os aparelhos e por mais cuidado que o operador tome ao proceder a um levantamento topográfico, as medidas obtidas jamais estarão isentas de erros, (VEIGA; ZANETTI; FAGGION, 2007). As fontes de erros poderão ser:

  • Condições ambientais: são causados por alterações nas condições ambientais, como o vento e temperatura. Um exemplo clássico é a alteração do comprimento da trena com a variação da temperatura.
  • Instrumentais: causados por problemas de ajuste do equipamento. Uma grande parte dos erros oriundos dos aparelhos pode ser reduzida adotando técnicas de verificação/retificação, calibração e classificação, além de técnicas particulares de observação.
  • Pessoais: originados por falhas do operador, como falta de atenção ao executar uma medição e cansaço.

Todos os três erros citados anteriormente são mais conhecidos como: Erros grosseiros, sistemáticos e aleatórios que serão detalhados a seguir.

Erros Grosseiros: Originados por engano na medida, leitura errada nos instrumentos e ou identificação de alvo, geralmente relacionados com a falta de atenção do observador ou falha no equipamento. E de responsabilidade do operador ter cuidados para impedir a sua ocorrência ou detectar a sua presença. A forma mais eficaz de verificar as falhas é realizar a repetição de leituras.

Erros Sistemáticos: São erros cuja intensidade e sinais algébricos podem ser determinados, adotando leis matemáticas ou físicas. Por serem erros com causas conhecidas eles podem ser evitados a partir de técnicas de observação ou até mesmo eliminados com a aplicação de fórmulas específicas. Esses tipos de erros são acumulativos ao longo do trabalho.

Erros Aleatórios: São aqueles que permanecem mesmo após a eliminação dos erros grosseiros e sistemáticos. São erros que não seguem nenhum tipo de lei e ora ocorrem num sentido ora noutro, tendendo a se neutralizar quando o número de observações é grande.

É importante lembrar que alguns erros se anulam durante a medição ou durante o processo de cálculo. Deste modo, um levantamento que visivelmente não apresenta erros, não significa estar necessariamente correto.

Características e erros das observáveis GNSS

Segundo Caldas (2014) todas as medidas realizadas a partir do GNSS, sejam a (pseudodistância ou fase da portadora) são vulneráveis a erros que prejudicam a precisão das posições levantadas.

De acordo com Monico (2008), o sistema global de navegação por satélite é composto por duas observáveis e que as mesmas permitem determinar a posição de um objeto, a velocidade e o tempo, são elas:

  • Pseudodistância a partir do código; e a
  • Diferença de fase da onda portadora.

Para realizar a medida da observável pseudodistância é necessário correlacionar o código gerado pelo satélite no momento da transmissão (tt) com sua réplica gerada no receptor no instante de recepção (tr). De acordo com Monico (2008) a equação da pseudodistância entre o satélite (s) e o receptor (r) pode ser descrita como:

(1)

Onde:

  • : distância geométrica entre o satélite, no instante de transmissão do sinal, e o receptor, no instante de recepção do sinal;
  • c: velocidade da luz no vácuo, em m/s;
  • : erro do relógio do receptor em relação ao tempo GPS, em segundos;
  • : erro do relógio do satélite em relação ao tempo GPS, em segundos;
  • : erro causado pela ionosfera, em metros;
  • : erro causado pela troposfera, em metros;
  • : erro causado pelo multicaminho, em metros;
  • : erro da medida de pseudodistância devido aos efeitos não modelados e aleatórios, em metros.

A medida da fase da onda portadora () (mais precisa que a pseudodistância) é realizada através da diferença entre a fase do sinal gerada no satélite, no momento que o mesmo transmite o sinal, e a fase gerada no receptor no momento da recepção do sinal. Somente uma medida fracionaria é obtida, restando os ciclos completos (inteiros), conhecido como ambiguidade (N). Monico (2008) descreve a equação da fase de abatimento da onda portadora como sendo:

(2)

Onde:

  • : frequência da fase;
  • fase gerada no satélite, na época de referência ;
  • fase recebida no receptor, na época de referência ;
  • ambiguidade da fase;
  • erro da fase da onda portadora.

O receptor mede a parte fracionaria da fase da onda portadora e contam o número de ciclos inteiros coletados no receptor, resultando em uma medida continua. A ambiguidade representada por () determina o numero de ciclos inteiros entre o satélite (s) e o receptor (r) no momento em que o receptor é ligado (MONICO, 2008).

A acurácia que pode ser obtida nas observáveis GNSS em relação à pseudodistância pode se aproximar em unidades métricas ou até mesmo em alguns decímetros, já na fase da onda portadora a acurácia obtida poderá ser de poucos centímetros ou até mesmo em unidades milimétricas, (MONICO, 2008).

Cabe ressaltar que, além das observáveis destacadas acima outras podem ser obtidas com o GNSS (variação Doppler, Razão Sinal Ruído (SNR) e outros). Como todas as observáveis envolvidas no processo de mensuração estão sujeitas a erros aleatórios, sistemáticos e grosseiros, alguns deles podem ser reduzidos e ou eliminados com certos procedimentos, (MONICO, 2008).

  • Erros aleatórios são inevitáveis e é considerado inerente da observação;
  • Erros sistemáticos podem ser modelados, reduzidos e ou eliminados por métodos de observações;
  • Erros grosseiros podem ser reduzidos a partir da atenção e o cuidado do usuário.

A Tabela 1 detalha as fontes e os efeitos dos erros sistemáticos envolvidos nas observáveis, considerando as fontes (satélite, propagação do sinal, receptor/ antena e a própria estação).

Tabela 1- Fontes dos erros e seus efeitos nas observações GNSS

Fontes Erros
Satélite Erro da órbita

Erro do relógio

Efeitos da Relatividade

Atraso entre as duas portadoras no hardware do satélite

Centro da fase da antena do satélite

Fase Wind-up

Propagação do Sinal Refração troposférica

Refração ionosférica

Perdas de ciclos

Multicaminho ou sinais refletidos

Rotação da Terra

Receptor/ Antena Erro do relógio

Erro entre os canais

Centro de fase da antena do receptor

Atraso entre as duas portadoras no hardware do receptor

Fase Wind-up

Estação Erros nas coordenadas

Multicaminho ou sinais refletidos

Marés terrestres

Movimento do pólo

Carga oceânica

Pressão atmosférica

Fonte: Adaptado de Monico, 2008.

Vale ressaltar que marés terrestres, cargas oceânicas e a atmosfera não são exatamente erros e sim variações que devem ser consideradas para o posicionamento de alta precisão.

Para obter uma melhor precisão no posicionamento por técnicas GNSS é necessária a minimização ou eliminação dos diferentes tipos de erros citados. A partir dos anos 2000, um dos principais fatores que interviam no posicionamento com GNSS foi desativada. Este erro denominado de Selective Availability (SA) proporcionou uma melhora nos posicionamentos após sua desativação, porém outro erro de grande relevância ainda permaneceu, a ionosfera. Após a desativação da SA a ionosfera se tornou a principal fonte de erro nos posicionamentos por GNSS (MATSUOKA, 2007).

Descrição da precisão nominal S800 – Stonex

            O receptor GNSS S800 é um equipamento robusto e possui as seguintes especificações: 555 canais, radio de 2w, suporta as constelações GPS, GLONASS, BEIDOU, GALILEO, QZSS, SBAS e IRNSS além de possibilitar ao usuário uma comunicação a partir de rede wi-fi com o receptor, essa comunicação permitirá acessar todas as configurações internas do receptor. Devido seu posicionamento ser corrigido em tempo real o receptor proporciona uma maior produtividade e a otimização do tempo em campo, gerando assim uma maior lucratividade, Figura 1.

A precisão de posicionamento se restringe de acordo com a metodologia adotada, detalhado na Tabela 2.

Tabela 2- Precisão posicionamento S800

Positioning
High Precision Static Surveying
Horizontal 2.5 mm + 1 ppm RMS
Vertical 2.5 mm + 1 ppm RMS
Code Differential Positioning
Horizontal <0.5 m RMS
Vertical <1.0 m RMS
SBAS Positioning
Horizontal <0.6 m RMS²
Vertical <1.2 m RMS²
Real Time Kinematic (<30 Km)
Fixed RTK Horizontal 8 mm + 1 ppm RMS
Fixed RTK Vertical 15 mm + 1 ppm RMS

Fonte: Adaptado, Manual Receptor S800 Stonex, 2018

Metodologia

O procedimento realizado em campo para a obtenção das coordenadas que serão tomadas como critério de comparação envolveram dois equipamentos distintos. A avaliação das coordenadas coletadas em campo irá adotar a Estação Total Ruide RTS 822R³ como referência de precisão.

Os equipamentos utilizados neste experimento são:  a Estação Total e o receptor GNSS modelo S800 da Stonex. Toda a comparação será realizada entre esses dois equipamentos.

A priori foram rastreados dois pontos correspondentes a estação (E1) e a ré (E0) para orientação da estação total. Os pontos E1 e E0 são estáticos com 10 minutos de posicionamento e foram processados e ajustados empregando a base (POLI) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o software GNSS Solutions. A tabela abaixo detalha as coordenadas e os erros das componentes horizontais e verticais.

Tabela 3 – Componente horizontal e vertical dos pontos de orientação da Estação Total.

E1 (Estação) Este Norte Altitude
Coordenadas (m) 328822.833 7395012.478 762.885
Precisão (m) 0.003 0.004 0.009
E0 (Ré) Este Norte Altitude
Coordenadas (m) 328828.200 7395034.673 761.956
Precisão (m) 0.004 0.006 0.007

Fonte: Adaptado relatório de processamento GNSS Solutions

Segue abaixo o momento da orientação da Estação Total a partir dos dois pontos rastreados com o método estático (E1 e E0), Figura 2.

Com a orientação do equipamento realizada podemos agora irradiar os pontos de interesse para determinação das coordenadas dos pontos P1 e P2 (Figura 3). A localização e a escolha dos pontos de interesse foram definidas levando em consideração as obstruções naturais, essa escolha é um dos parâmetros para a avalição dos erros cometidos com os receptores GNSS. É de extrema importância o teste realizado, principalmente coletando pontos em locais totalmente desfavoráveis, dessa forma pode-se analisar o desempenho dos receptores GNSS em condições diversas, condições essas estão presentes no dia a dia do profissional.

es

A coleta dos pontos P1 e P2 com o auxílio do receptor GNSS adotou a técnica RTK NTRIP utilizando a rede CEGAT e a base SPSP0. Lembra-se que esse método RTK NTRIP proporciona precisão horizontal de 0,010 m e na componente vertical de 0,025 m.

Resultados

Neste tópico serão detalhados os deltas (Δ) das coordenadas norte, este e altitude elipsoidal referente aos pontos de interesse, neste caso o P1 e P2.

Antes disso, segue abaixo a tabela das coordenadas utilizadas para a orientação da estação total (E1 e E2) (coordenadas pós processadas Tabela 3) e as coordenadas dos pontos adquiridos em baixo da vegetação (P1 e P2) como demonstrado na Figura 3, pontos esses serão utilizados para comparação, avaliação e validação do receptor GNSS S800 da Stonex.

Tabela 4: Coordenadas de orientação da estação total (E1/E2) e coordenadas dos pontos obstruídos por vegetação (P1/P2)

ESTAÇÃO TOTAL RUIDE R³
ID Norte Este Altitude
E1 7395012,478 328822,833 762,885
E0 7395034,673 328828,200 761,956
P1 7395063,888 328847,217 761,431
P2 7395026,987 328860,042 762,098

 

A próxima tabela detalha as coordenadas rastreadas com o auxílio do receptor S800. A apresentação da tabela facilita a compreensão dos dados coletados em campo.

Tabela 4: Coordenadas de orientação da estação total (E1a/E2a) e coordenadas dos pontos obstruídos por vegetação (P1a/P2a)

S800 – STONEX
ID Norte Este Altitude Solução
E1a 7395012,5000 328822,8170 762,9200 Fixo
E0a 7395034,7220 328828,1880 761,9710 Fixo
P1a 7395063,8363 328847,1588 761,5107 Fixo
P2a 7395026,9959 328860,0787 762,0637 Fixo

 

Abaixo segue o gráfico da comparação entre a Estação Total Ruide R³ orientada com pontos provenientes do posicionamento estático e o receptor GNSS S800 da Stonex. De acordo com o Gráfico 1 nota-se que a maior diferença entre as coordenadas está na altitude para o ponto P1 com valor de 0,080 m e a menor variação se encontra na coordenada norte com 0,009 m para o ponto P2. De acordo com a Figura 3 o ponto P1 e P2 estão situados em locais desfavoráveis para sua determinação, mesmo assim os erros apresentaram abaixo de 0,080 m. Lembra-se que todos os quatro pontos apresentaram solução fixa.

estação total

Conclusão

            Pode-se concluir a partir dos gráficos que o receptores GNSS Stonex S800 apresentam resultados satisfatórios mesmo em condições totalmente desfavoráveis para a coleta das coordenadas de interesse em comparação com as coordenadas obtidas com a Estação Total Ruide R³, onde a maior divergência foi de 0,080 m na altitude e 0,009 na componente norte.

Bibliografia

CALDAS, F. L. Análise de deformação da rede geodésica GNSS/SP com base na teoria da elasticidade. 94p. Presidente Prudente: [s.n], 2014.

MATSUOKA, M. T. Influência de diferentes condições da ionosfera no posicionamento por ponto com GPS: avaliação na região brasileira. 2007. 263p. Tese (Doutorado em Ciências Cartográficas) – Programa de Pós-Graduação em Ciências Cartográficas, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade Estadual Paulista, Presidente Prudente. 2007.

MONICO, J. F. G. Posicionamento pelo GNSS: Descrição, fundamentos e aplicações. 2º ed. São Paulo: Editora Unesp, 2008. 472p.

VEIGA, L. A. K.; ZANETTI, M. A. Z.; FAGGION, P. L. Fundamentos de topografia. 2007.

 


O Seu Coletor de Dados GPS/GNSS está com os Dias Contados, tudo isso graças ao Cube-A

(Texto Por Eng. Túlio Mendes)

O Cube-a é um software GNSS de levantamento e mapeamento desenvolvido pela empresa Stonex. Após anos de experiência no mercado a empresa lançou recentemente o aplicativo Cube-a, possibilitando ao usuário a integração dos receptores GNSS da Stonex com o software através de um aparelho celular, um smartphone. A principal característica do software é a migração para o sistema android, e consequentemente a dispensa do coletor de dados.

A metodologia Networked Transport of RTCM via Internet Protocol (NTRIP) foi projetada para disseminar correção de dados diferencial ou outros tipos de dados GNSS para usuários, móveis ou estacionários, pela Internet, permitindo conexões simultâneas de computadores, Laptops e PDAs que possuem acesso a Internet sem fio, como, por exemplo, GPRS, GSM ou modem 3G IBGE, 2016.

  1. OBJETIVOS

Analisar a discrepância de coordenadas utilizando o receptor S800 juntamente com o software Cube-a e as redes do Centro Geodésico da Alezi Teodolini (CEGAT) como também a Rede Brasileira de Monitoramento Continuo (RBMC) pertencente ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IGBE).

  1. METODOLOGIA

Para a realização do teste foi necessário a utilização de um marco geodésico com coordenadas ajustadas a partir do Posicionamento por Ponto Preciso – PPP do IBGE que pode ser acessado a partir do link (http://www.ppp.ibge.gov.br/ppp.htm), lembrando que esse ponto foi rastreado por 3 horas. Esse marco será adotado como referência para a comparação dos pontos rastreados com o método RTK NTRIP empregando a rede CEGAT e IBGE.

Após definir as coordenadas de referência neste caso o marco geodésico, necessariamente deve-se instalar o receptor GNSS S800 no marco com centragem forçada. Após a instalação do equipamento foi configurado o receptor utilizando o software Cube-a na rede CEGAT (Base SPSP0) e IBGE (Base POLI0).

  1. RESULTADOS

As coordenadas utilizadas como referência estão listadas na tabela 1 abaixo:

Tabela 1: Coordenadas ajustadas do marco de referência.

  UTM Norte (m) UTM Este (m) Altitude Geométrica (m) MC
Em 2000,4 7395038.697 328810.553 765.61 -45
Sigma (95%) (m) 0.004 0.007 0.028

 

Após a determinação das coordenadas ajustadas que serão tomadas como referência para a análise das discrepâncias entre as redes é necessário instalar o receptor GNSS no marco materializado, configurar o equipamento com o Sistema de Projeção SIRGAS2000 UTM 23 Sul. Logo após as configurações básicas tem-se a tela de armazenamento de pontos, onde o mesmo detalha todas as informações como: precisão horizontal e vertical do ponto de interesse, a solução (fixa), o número de satélites disponíveis no momento da coleta, as coordenadas norte e este, a altitude elipsoidal e o mapa de fundo para facilitar a localização geográfica. Nesse caso pode-se verificar que as coordenadas são, de acordo com a Figura 1.

Figura 1: Coordenadas coletada no marco de referência com a rede CEGAT

coletora de dados

Rede CEGAT UTM Norte (m) UTM Este (m) Altitude Geométrica (m)
Base SPSP0 7395038.712 328810.561 765.604

Fonte: Adaptado IBGE – PPP, 2018.

Após a determinação das coordenadas ajustadas que serão tomadas como referência para a análise das discrepâncias entre as redes é necessário instalar o receptor GNSS no marco materializado, configurar o equipamento com o Sistema de Projeção SIRGAS2000 UTM 23 Sul. Logo após as configurações básicas tem-se a tela de armazenamento de pontos, onde o mesmo detalha todas as informações como: precisão horizontal e vertical do ponto de interesse, a solução (fixa), o número de satélites disponíveis no momento da coleta, as coordenadas norte e este, a altitude elipsoidal e o mapa de fundo para facilitar a localização geográfica. Nesse caso pode-se verificar que as coordenadas são, de acordo com a Figura 1.

No segundo momento da coleta sem coletor de dados foi empregada a rede do IBGE (POLI0), o mesmo demonstra as mesmas informações descritas anteriormente na tela de armazenamento dos pontos. A principal alteração é a utilização da rede IBGE. Abaixo segue a Figura 2 com as informações referente a coleta de coordenadas a partir do software Cube-a.

Figura 2: Coordenadas coletada no marco de referência com a rede IBGE

coletora de dados 2

Fonte: Adaptado software Cube-a 2018.

Rede IBGE UTM Norte (m) UTM Este (m) Altitude Geométrica (m)
Base POLI0 7395038.698 328810.573 765.646

 

Após determinar as coordenadas dos pontos referente ao CEGAT e ao IBGE, pode-se analisar as discrepâncias entre as origens da coleta de dados. O Gráfico 1 demonstra a diferença entre a coordenada Base PPP x CEGAT e Base PPP x IBGE.

Gráfico 1: Discrepância de coordenadas entre Base PPP x CEGAT e BASE PPP x IBGE.

coletora de dados 3

  1. CONCLUSÃO

Apesar de não existir uma amostragem mais densa de pontos para realizar uma análise estatística é possível avaliar a diferença entre a coordenada ajustada e as coordenadas armazenadas através da Rede CEGAT e IBGE. A partir do resultado do Gráfico 1 pode-se afirmar que tanto a rede do CEGAT e a rede do IBGE são confiáveis e passiveis de utilização nas mais diversas frentes de trabalho.

Conforme verificado no Gráfico 1, podemos concluir que a diferença entre as coordenadas ajustadas no PPP e as obtidas via NTRIP – CEGAT foram menores para a coordenada Este (E) apresentando uma diferença de 0,008 metros e a altitude elipsoidal (h) com 0,006 m, apenas o valor da coordenada Norte (N) apresentou uma diferença de 0,015 m em relação a rede RBMC.

Um dos maiores benefícios na utilização dessa metodologia é que todos os pontos do levantamento geodésico já se encontram ajustados, esse ajuste realizado pelas bases CEGAT e ou RBMC fazem monitoramento continuo 24 horas por dia e assim consegue enviar correção em tempo real via protocolo de internet.

REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

STONEX. Cube-a Filed Software User Manual. Disponível em: < http://www.stonex.it>. Acesso em: 14 maio 2018.


Conforme Você Viu no nosso último artigo, o Agrimensor do Futuro está fazendo uma série de comparações Entre o Receptor GNSS Stonex S800 e os demais equipamentos do mercado. Hoje, falaremos sobre o Trimble R8.

Este estudo tem como objetivo comparar os 2 receptores e entender quais as vantagens que o Stonex S800 tem em relação a eles.

Vamos então as principais diferenças entre eles:

  • Canais:

Stonex S800: 555

Trimble R8: 440

  • Sinais Captados:

Stonex S800: GPS (L1CA,L1C,L2E,L2C,L5)/GLONASS(L1CA,L1P,L2CA,L3,L2P) /BEIDOU(B1/B2)/GALILEO(E1,E5A,E5B)/SBAS: QZSS,WAAS, EGNOS, GAGAN

Trimble R8: GPS (L1,L2,L2C) /GLONASS(L1,L2,L2C,L3)/ BEIDOU (B1/B2)/GALILEO (E1/E5B)/(QZSS(L1,L2C)/L-BAND (OMNISTAR)

(Repare que, apensar do R8 pegar algumas constelações semelhantes ao do S800, o S800 se destaca por conseguir pegar mais canais dentro das mesmas constelações)

  • Rádio Integrado:

– Stonex S800: SIM

– Trimble R8: SIM

4) Memória Interna:

– Stonex S800: 8Gb

– Trimble R8: 54Mb

5) Precisão

a) Estática Horizontal

– Stonex S800: 2,5 mm + 1ppm

– Trimble R8: 3 mm + 0.5 ppm

b) Estática Vertical

– Stonex S800: 5 mm + 1 ppm

– Trimble R8: 3,5 mm + 0.5 ppm

c) RTK Horizontal

– Stonex S800: 8 mm + 1 ppm

– R8: 8 mm + 1ppm

d) RTK Vertical

– Stonex S800: 15 mm + 1ppm

– R8: 15 mm + 1ppm

Como você pode ver, o Stonex S800 é um equipamento bastante moderno, que surgiu recentemente e já consegue bater de frente com diversas vantagens se comparado a equipamentos tradicionais de mercado. Se você quiser conhecer mais sobre o Receptor GNSS Stonex S800, confira neste artigo aqui.

Se quiser ver o comparativo dele com outros equipamentos de mercado, acesse este anexo aqui.

Se quiser ver como você pode transformar o seu celular em uma coletora GPS que funcione com qualquer equipamento, veja este artigo aqui e baixe agora mesmo o Aplicativo Cube da Stonex. Todo o passo-a-passo e vídeos tutoriais para fazer a instalação e configuração podem ser vistos no texto.

Fique de olhos nos próximos artigos do Agrimensor do Futuro, nos quais vamos comparar o Stonex S800 com outros receptores do mercado.


Conforme Você Viu no nosso último artigo, o Agrimensor do Futuro está fazendo uma série de comparações Entre o Receptor GNSS Stonex S800 e os demais equipamentos do mercado. Hoje, falaremos sobre o Spectra SP60.

Este estudo tem como objetivo comparar os 2 receptores e entender quais as vantagens que o Stonex S800 tem em relação a eles.

Vamos então as principais diferenças entre eles:

  • Canais:

Stonex S800: 555

Spectra SP60: 240

  • Sinais Captados:

Stonex S800: GPS (L1,L2,L2C,L5)/GLONASS(L1,L2,L2C,L3,L5) /BEIDOU(B1/B2/B3)/GALILEO(E1,E2,E5AB,E6)/QZSS(L1,L2C,L5,L6)/IRNSS/SBAS

Spectra SP60: GPS (L1,L2,L2C) /GLONASS(L1,L2,L2C,L3)/ BEIDOU (B1/B2)/GALILEO (E1/E5B)/(QZSS(L1,L2C)/L-BAND (OMNISTAR)

(Repare que, apensar do SP60 pegar algumas constelações semelhantes ao do S800, o S800 se destaca por conseguir pegar mais canais dentro das mesmas constelações)

  • Rádio Integrado:

– Stonex S800: SIM

– Spectra SP60: Opcional

4) Memória Interna:

– Stonex S800: 8Gb

– Spectra SP60: 256Mb

5) Precisão

a) Estática Horizontal

– Stonex S800: 2,5 mm + 1ppm

– Spectra SP60: 3 mm + 0.5 ppm

b) Estática Vertical

– Stonex S800: 5 mm + 1 ppm

– SP60: 5 mm + 0.5 ppm

c) RTK Horizontal

– Stonex S800: 8 mm + 1 ppm

– SP60: 8 mm + 1ppm

d) RTK Vertical

– Stonex S800: 15 mm + 1ppm

– SP60: 15 mm + 1ppm

Como você pode ver, o Stonex S800 é um equipamento bastante moderno, que surgiu recentemente e já consegue bater de frente com diversas vantagens se comparado a equipamentos tradicionais de mercado. Se você quiser conhecer mais sobre o Receptor GNSS Stonex S800, confira neste artigo aqui.

Se quiser ver o comparativo dele com outros equipamentos de mercado, acesse este anexo aqui.

Se quiser ver como você pode transformar o seu celular em uma coletora GPS que funcione com qualquer equipamento, veja este artigo aqui e baixe agora mesmo o Aplicativo Cube da Stonex. Todo o passo-a-passo e vídeos tutoriais para fazer a instalação e configuração podem ser vistos no texto.

Fique de olhos nos próximos artigos do Agrimensor do Futuro, nos quais vamos comparar o Stonex S800 com outros receptores do mercado.


Conforme Você Viu no nosso último artigo, o Agrimensor do Futuro está fazendo uma série de comparações Entre o Receptor GNSS Stonex S800 e os demais equipamentos do mercado. Hoje, falaremos sobre o Trimble R2.

Este estudo tem como objetivo comparar os 2 receptores e entender quais as vantagens que o Stonex S800 tem em relação a eles.

Vamos então as principais diferenças entre eles:

  • Canais:

Stonex S800: 555

Trimble R2: 220

  • Sinais Captados:

Stonex S800: GPS (L1,L2,L2C,L5)/GLONASS(L1,L2,L2C,L3,L5) /BEIDOU(B1/B2/B3)/GALILEO(E1,E2,E5AB,E6)/QZSS(L1,L2C,L5,L6)/IRNSS/SBAS

Trimble R2: GPS (L1,L2,L2C) /GLONASS(L1,L2,L2C)/ BEIDOU (B1/B2)/GALILEO (E1/E5AB)/(QZSS(L1,L2C)/SBASS/L-BAND (OMNISTAR)

(Repare que, apensar do R2 pegar algumas constelações semelhantes ao do S800, o S800 se destaca por conseguir pegar mais canais dentro das mesmas constelações)

  • Rádio Integrado:

– Stonex S800: SIM

– Trimble R2: Opcional

4) Memória Interna:

– Stonex S800: 8Gb

– Trimble R2: 48Mb

5) Precisão

a) Estática Horizontal

– Stonex S800: 2,5 mm + 1ppm

– Trimble R2: 3 mm + 0.5 ppm

b) Estática Vertical

– Stonex S800: 5 mm + 1 ppm

– R2: 5 mm + 0.5 ppm

c) RTK Horizontal

– Stonex S800: 8 mm + 1 ppm

– R2: 10 mm + 1ppm

d) RTK Vertical

– Stonex S800: 15 mm + 1ppm

– R2: 20 mm + 1ppm

Como você pode ver, o Stonex S800 é um equipamento bastante moderno, que surgiu recentemente e já consegue bater de frente com diversas vantagens se comparado a equipamentos tradicionais de mercado. Se você quiser conhecer mais sobre o Receptor GNSS Stonex S800, confira neste artigo aqui.

Se quiser ver o comparativo dele com outros equipamentos de mercado, acesse este anexo aqui.

Se quiser ver como você pode transformar o seu celular em uma coletora GPS que funcione com qualquer equipamento, veja este artigo aqui e baixe agora mesmo o Aplicativo Cube da Stonex. Todo o passo-a-passo e vídeos tutoriais para fazer a instalação e configuração podem ser vistos no texto.

Fique de olhos nos próximos artigos do Agrimensor do Futuro, nos quais vamos comparar o Stonex S800 com outros receptores do mercado.


Neste e nos próximos artigos, o Agrimensor do Futuro Fará uma Comparação Entre o Receptor GNSS Stonex S800 e os demais equipamentos do mercado,  a começar pelo Hiper SR/SR GSM.

Este estudo tem como objetivo comparar os 2 receptores e entender quais as vantagens que o Stonex S800 tem em relação a eles.

Vamos então as principais diferenças entre eles:

  • Canais:

Stonex S800: 555

Hiper SR/SR GSM: 226

  • Sinais Captados:

Stonex S800: GPS (L1,L2,L2C,L5)/GLONASS(L1,L2,L2C,L3,L5) /BEIDOU/GALILEO/QZSS(L1,L2C,L5,L6)//IRNSS/SBAS

Hiper SR/SR GSM: GPS (L1,L2,L2C) /GLONASS(L1,L2,L2C)/ QZSS(L1,L2C)/SBASS

(Repare que, apensar do Hiper pegar algumas constelações semelhantes ao do S800, o S800 se destaca por conseguir pegar mais canais dentro das mesmas constelações)

  • Rádio Integrado:

– Stonex S800: SIM

– Hiper SR/SR GSM: NÃO

4) Memória Interna:

– Stonex S800: 8Gb

– Hiper SR/SR GSM: 2Gb

5) Precisão

a) Estática Horizontal

– Stonex S800: 2,5 mm + 1ppm

– Hiper SR/SR GSM: 3 mm + 0.5 ppm

b) Estática Vertical

– Stonex S800: 5 mm + 1 ppm

– Hiper: 5 mm + 0.5 ppm

c) RTK Horizontal

– Stonex S800: 8 mm + 1 ppm

– Hiper: 10 mm + 1ppm

d) RTK Vertical

– Stonex S800: 15 mm + 1ppm

– Hiper: 15 mm + 1ppm

Como você pode ver, o Stonex S800 é um equipamento bastante moderno, que surgiu recentemente e já consegue bater de frente com diversas vantagens se comparado a equipamentos tradicionais de mercado. Se você quiser conhecer mais sobre o Receptor GNSS Stonex S800, confira neste artigo aqui.

Se quiser ver o comparativo dele com outros equipamentos de mercado, acesse este anexo aqui.

Se quiser ver como você pode transformar o seu celular em uma coletora GPS que funcione com qualquer equipamento, veja este artigo aqui e baixe agora mesmo o Aplicativo Cube da Stonex. Todo o passo-a-passo e vídeos tutoriais para fazer a instalação e configuração podem ser vistos no texto.

Fique de olhos nos próximos artigos do Agrimensor do Futuro, nos quais vamos comparar o Stonex S800 com outros receptores do mercado.


No Artigo passado, você aprendeu que agora já é possível utilizar o seu celular como coletora de dados, certo? (Se ainda não sabe como fazer isto, confira nosso último artigo por aqui).

Hoje, vamos te mostrar através de vídeos tutoriais, como você pode utilizar o aplicativo Cube-A para trabalhar como coletora de dados. Por isso, é fundamental que, se você ainda não tenha o aplicativo baixado no seu celular, clique no link acima para aprender como se faz o download.

Lembrando que o download do aplicativo é gratuito, e o único porém é que ele ainda não está disponível em português. Porém, basta saber um inglês básico para você conseguir utiliza-lo e, convenhamos, a economia que você terá ao utiliza-lo compensa aprender meia-dúzia de palavras em outro idioma, certo?

Afinal, apesar de ter sido feito pela Stonex e ter a mesma interface dos equipamentos da marca, como o GNNS STONEX S800, o Cube-A funciona com QUALQUER EQUIPAMENTO. Ou seja, ele vai te ajudar a economizar não importa qual seja a marca do seu GPS.

Então, vamos aos tutoriais:

  1. Para começar os trabalhos com o Cube-A como sua coletora de dados, segue vídeo inicial de configuração:

2. Locação de Dados:

3. Exportando Dados:

4. Configurando Base e Rover RTK no Cube-A:

5. Configuração RTK Ntrip no Cube-A para o GNSS S800

Como você pode ver nos vídeos, apesar de estar em inglês, é extremamente fácil de utilizar o Cube-A como coletora de Dados mesmo que você não fala a língua inglesa de forma fluente.

Caso tenha interesse em conhecer mais a respeito do Cube-A e como ele pode ser útil para o seu trabalho em campo, entre em contato com a equipe técnica da Alezi Teodolini, que é a empresa responsável por trazer esta tecnologia da Stonex para o Brasil.

Este é um assunto que já está está dando o que falar no mercado topográfico em 2017 e pode ter certeza que em 2018 vai estar com tudo.

Afinal, nossos smartphones já estão tão complexos e servem para tantas coisas, que já era hora de eles passarem a funcionar como coletora de dados também.

Até a próxima!

Quer conhecer mais sobre o S800, Receptor GNSS de alta performance da Stonex? Veja Este Artigo Aqui!


Você já viu aqui no Agrimensor do Futuro um artigo em que contávamos sobre o Receptor GNSS Stonex S800. O que você ainda não viu, que vamos te mostrar hoje, é que você pode utilizar o Stonex S800 (ou qualquer outro receptor gnss) com o seu celular como coletora de dados GPS.

Isso mesmo, ao invés de precisar de uma coletar de dados GPS só para isso, você pode baixar um aplicativo no seu celular e pronto: ele será sua coletora.

A melhor parte de tudo, ainda, é que esse aplicativo é gratuito.

O Aplicativo se chama Cube-A, foi criado pela Stonex, mas a grande notícia é que você pode utilizá-lo com equipamentos de QUALQUER MARCA.

Isso mesmo. Pense assim: quanto custa hoje uma coletora de dados GPS? O valor pode variar, claro, mas você pode por na conta aí de 3 a 10 mil reais para uma. Como o Cube-A, você consegue reduzir todo esse valor na hora de comprar o Aparelho.

E como ele é feito pela Stonex, ele vai ter a mesma interface dos equipamentos, como é o caso do Stonex S800 que te mostramos neste artigo aqui!

É bom se dizer que o único porém deste aplicativo é que ele ainda só está disponível em Inglês.

Porém, basta que você saiba o básico do básico, e tenha conhecimento no manuseio de equipamentos topográficos, para conseguir utilizá-lo mesmo que em outra língua.

Então, se você quer começar hoje a substituir a sua coletora de dados gps por seu celular, faça o seguinte:

– Utilizando o Celular, faça o download do aplicativo através deste Link:

FAÇA DOWNLOAD DO CUBE-A POR AQUI

Após o download, antes de acessar o aplicativo, você precisa seguir o seguinte passo-a-passo para colocá-lo em língua inglesa:

1) No seu celular, vá em Configurações

2) Depois em Gerenciamento Geral

3) Vá em Idioma e Entrada

4) Depois em Idioma

5) Adicionar o Idioma

6) Escolha

4) Escolha “English” e, em seguida, United States

5) Na tela inicial de Idiomas, coloque “English” em primeiro lugar, acima de Português

A partir daí, você já estará apto a utilizar seu celular como Coletora. A conexão com o aparelho acontece através de Bluetooth e, no próximo artigo, você vai ver através de vídeos tutorias, como o Cube-A Funciona!

Aguarde!


Se você acompanha o Agrimensor do Futuro, já deve ter visto por aqui nos post sobre o lançamento do Stonex S800, um receptor que vai muito além de um gps para medir terra.

Tem sido cada vez mais comuns recebermos relatos de clientes do equipamento elogiando a performance dele.

Por isso, hoje, mostraremos neste post alguns deste vídeos, para que você comprove com seus próprios olhos que realmente ele é muito mais do que um gps para medir terra.

Até mesmo pelo nome, já que ele é GNSS, e recebe 555 canais, sendo capaz de pegar constelações GPS, GLONNAS, GALILEO e BEIDOU.

Vamos então aos vídeos:

  1. S800 em Trabalho no Meio Da Mata – Parte 1

2. S800 em Trabalho no Meio Da Mata – Parte 2

3. S800 em Trabalho no Meio Da Mata – Parte 2

Como você pode perceber nos vídeos, o S800 consegue fixas pontos mesmo em um ambiente com condições extremamente adversas, como esta mata fechada no interior de Minas Gerais.

Isso acontece porque ele vai muito além de um gps para medir terra.

O Stonex S800 foi feito exatamente para resistir a situações adversas como as mostradas no vídeo. Até mesmo o design avançado do receptor foi feito desta forma para auxiliar na capacidade de rastreamento dele e assim amentar sua capacidade de resistência a interferências, como podemos acompanhar nos vídeos.

E o que mais chama atenção é que estes materiais estão sendo enviados por clientes após poucos dias de uso do equipamento.

Isso mostra que, além da capacidade de produzir resultados de alta performance, o S800 também é extremamente simples de manusear, sem grandes necessidades de treinamento e adaptações para quem já está no mercado.

Você pode conhecer mais sobre o STONEX S800 olhando este artigo aqui em que falamos sobre o lançamento dele. Confira AGORA!


Agora você também pode ter um Receptor de Alta Performance que vai muito além de um GPS Geodésico: o GNSS S800 da Stonex.

Se você deseja um receptor que vai muito além de ser um gps geodésico, já que ele capta 555 canais e suporta diversas constelações, como GPS, GLONASS, BEIDOU e GALILEO, então o Stonex S800 tem tudo o que você precisa.

QUE MAIS ELE TEM?

Além disso, o Stonex S800 conta também com:

  • Ntrip Habilitado e Radios de 2w
  • Bluetooth, Wi-FI, Web Ui
  • Memória de 8GB
  • 2 Baterias de 6800mAh
  • Possibilidade de Utilizar o Celular ou Tablet Como Coletora.

Ou seja, ele é a evolução de um GPS Geodésico.

Descubra como conhecer mais do Receptor GNSS Stonex S800 por aqui.

MAIS UMA NOVIDADE DO S800:

Mostrando como o Stonex S800 é uma evolução do tradicional GPS Geodésico, ele possui algo único no mercado:

Uma garantia de 2 Anos.

Isso mesmo.

Isso significa que, após adquirir o equipamento, caso, em até 2 anos, ele apresente algum problema de fabricação, você tem toda a garantia necessária para o conserto do se equipamento.

E sabe porque a garantia é tão longa?

Porque ele é extremamente confiável. E porque ele tem por trás toda a estrutura da Alezi Teodolini, com 40 anos de mercado, e que por isso pode disponibilizar para seus clientes este tipo de garantia única.

Qualquer manutenção necessária é feita no escritório da empresa em São Paulo, contando com técnicos treinados no fabricante no exterior.

Toda esta estrutura dá muito segurança aos clientes, que por isso tem optado cada vez mais por conhecer, testar e comprar o gps geodésico Stonex 800.

São diversos os relatos de clientes utilizando o equipamento, como você pode ver no vídeo abaixo.

Então é isso: Conheça agora mesmo mais detalhes do S800 e tenha para você esta solução robusta para seu trabalho em campo.