Laser Scanner para Bombeiros e Investigação de Incêndio
O laser scanner portátil com SLAM registra edificações em 3D antes e depois do sinistro: rotas de fuga, equipamentos de combate a incêndio, danos e vestígios. A medição é feita sem contato e sem depender de luz, e a cena fica preservada em arquivo digital.
Medir ponto a ponto não dá conta de uma edificação
Em segurança contra incêndio, mede-se antes do sinistro, para conferir e planejar, e depois, para entender causa e dano. As ferramentas tradicionais registram pouco do espaço.
Trena e trena laser
Cada medida é um ponto isolado. O desenho feito depois, a partir desses dados 2D, acumula erro e deixa de fora o que não foi medido.
Fotografia
Lenta para cobrir um prédio e pobre em noção espacial: não mostra bem a posição relativa dos vestígios.
Cena que se altera
Depois do incêndio, rescaldo, demolição parcial e limpeza mudam o local. O que não foi registrado logo após a extinção se perde.
Ambiente escuro e instável
Área queimada costuma estar sem energia e com risco de colapso. Quanto menos tempo lá dentro, melhor.
Um registro 3D completo em uma caminhada
O scanner de mão mede centenas de milhares de pontos por segundo enquanto o operador percorre o ambiente. O algoritmo SLAM (localização e mapeamento simultâneos) calcula a posição do aparelho a cada instante e une as varreduras numa nuvem de pontos única. Não há tripé nem estações para montar, o que encurta o tempo dentro de uma área de risco.
A medição é sem contato: não mexe nos vestígios. O LiDAR emite o próprio laser, então funciona no escuro. E, por usar LiDAR, IMU e câmeras juntos, o scanner gera o modelo em ambientes internos e subsolos, onde não há sinal de satélite.
Com as câmeras integradas, a nuvem sai colorida e ligada a imagens panorâmicas.
Antes, durante a preparação e depois do sinistro
A FJD divide o uso em três frentes.
Vistoria de sistemas
Sobrepor a nuvem ao projeto em CAD ou BIM para achar desvios, como a largura de uma rota de fuga ou falhas de compartimentação. Levantamentos em datas diferentes mostram o que mudou. A conferência segue o procedimento do órgão responsável.
Prevenção e treinamento
Com o modelo 3D da edificação, simular rotas de fuga, planejar rotas de resgate e preparar treinamentos sobre o ambiente real.
Investigação pós-sinistro
Arquivar a cena de forma permanente, medir os danos e montar animações de reconstituição para análise de causa e para o seguro.
Do local ao modelo em quatro etapas
1 · Isolar e planejar
Isolar o local e definir o percurso, priorizando as áreas críticas do incêndio. Planejar laços: voltar a trechos já escaneados ajuda o SLAM a corrigir o erro acumulado.
2 · Escanear
Percorrer o ambiente com o scanner na mão, no colete ou em outra plataforma. A nuvem aparece em tempo real no app FJD Trion Scan, para completar o que faltou antes de sair.
3 · Processar
No FJD Trion Model, gerar e colorir a nuvem, unir dados de mais de um equipamento e limpar o que não interessa. Saem a nuvem RGB em LAS e o vídeo 360°.
4 · Analisar e entregar
Medir, cortar seções, desenhar em CAD e gerar o modelo 3D. O resultado pode ser compartilhado com outras equipes e órgãos envolvidos.
Produtos do levantamento
Nuvem colorida e panorâmicas
Registro de rotas de fuga, sprinklers e pontos de risco, com imagem 360° ligada a cada trecho.
Desenhos CAD
Cortes da nuvem e extração de contornos, com exportação em DWG e DXF.
Modelo 3DGS e malha
Modelo 3D Gaussian Splatting e malha leve, compatível com fluxos BIM e com realidade aumentada e virtual.
Arquivo de evidências
A cena preservada em formato aberto, que pode ser consultada e medida de novo depois que o local foi alterado.
Scanners FJD Trion para incêndio
P2, P1 e S2 aparecem no material da FJD para bombeiros. Os dados são das fichas técnicas do fabricante.
FJD Trion P2 · locação e venda
700 g sem bateria, câmera externa e RTK, e 110 × 106 × 280 mm, compacto para corredores e ambientes internos. IP54, operação de -20 °C a 50 °C e até 4 h de autonomia com duas baterias, com RTK e sem câmera externa.
FJD Trion P1 · locação e venda
1 kg e 200 mil pontos por segundo. O fabricante declara uso em ambiente interno, externo e subterrâneo, sem depender de GNSS nem de luz externa.
FJD Trion S2 · venda
FOV de 360° × 270°, que pega piso, paredes e teto numa passada, e 320 mil pontos por segundo. Duas câmeras de 48 MP, IP54 e montagens para veículo, drone, colete e robô quadrúpede.
FJD Trion P2 Vision+ · venda
Versão do P2 com câmera termográfica (384 × 288; 640 × 512 no Vision+ Max) e temperatura em cada ponto da nuvem, de -20 °C a 150 °C, até 15 m. O fabricante cita a detecção de aquecimento elétrico, útil na prevenção.
A Alezi Teodolini vende e aluga o equipamento, dá suporte técnico e treinamento de uso para a equipe. A vistoria, a perícia e o laudo ficam com o órgão ou o profissional responsável.
Resultados declarados pelo fabricante
Na vistoria de aceitação, a eficiência é mais de 40% maior e o ciclo de correção é 30% menor. No comparativo do fabricante, a precisão de medição passa de ±20 mm com o método tradicional para ±10 mm com o scanner, que dispensa luz externa.
No primeiro caso apresentado pela FJD, um escritório de 1.000 m² com dados de instalações dispersos foi escaneado. A nuvem e as imagens viraram base de um modelo BIM, usado para estudar rotas de fuga e simulados.
No segundo, um incêndio causado por falha de equipamento numa área residencial de Hong Kong foi escaneado sem contato logo após a extinção. Os dados foram pré-processados no Trion Model e a reconstrução foi analisada num software de simulação de incêndio de terceiros. A evidência ficou preservada para a investigação e o seguro.
Um grupo, cobertura completa
Terra Tech e GPS Agrimensora fazem parte do Grupo Alezi Teodolini, reforçando a cobertura técnica e de atendimento em todo o processo de compra ou locação.
Terra Tech
Empresa do grupo, presença técnica ampliada.
GPS Agrimensora
Empresa do grupo, atuação em agrimensura.
Antes de fechar
O scanner funciona dentro de um prédio sem energia?
Sim. O LiDAR emite o próprio laser e não precisa de luz ambiente. O SLAM também não depende de GNSS, então funciona em ambiente interno e subsolo. A ficha do P1 declara uso interno, externo e subterrâneo sem GNSS nem luz externa.
Dá para entrar logo depois da extinção?
A entrada depende da liberação do local pela equipe responsável. A faixa de operação declarada é de -20 °C a 50 °C no P2 e de -10 °C a 50 °C no S2. O scanner reduz o tempo de permanência, mas não substitui os cuidados de segurança.
O modelo serve para conferir o projeto de proteção contra incêndio?
A nuvem pode ser sobreposta ao projeto em CAD ou BIM para medir desvios, como a largura de rotas de fuga. A forma de apresentar essa conferência segue o procedimento do órgão que faz a vistoria.
Qual a diferença entre o P2 e o P2 Vision+?
O P2 Vision+ é o P2 com câmera termográfica, que registra a temperatura em cada ponto da nuvem. Serve para inspeção térmica preventiva. O P2 comum tem GNSS RTK/PPK listado na ficha; no Vision+ a ficha não lista GNSS.
Posso alugar para uma perícia específica?
Sim, o FJD Trion P1 e o P2. A locação é a partir de 2 dias, sem caução, com contrato on-line e retirada em uma das sedes ou em aeroporto. S2 e P2 Vision+ são só venda.
